Num documento de 1817, ignorado pela maioria dos historiadores, Frei Caneca redigiu uma petição a D. João VI defendendo-se da acusação de participar da Revolução Pernambucana (da qual ele realmente NÃO tomou parte, embora isso seja disseminado em livros e sites).
Confira o que ele revela no trecho sublinhado da petição:
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(MOREL, Marco. Frei Caneca: entre marília e a pátria, 2000, p. 48) |
Moral da História (sim, da Historiografia mesmo): evite reprovar seu aluno por causa de gramática. Amanhã, ele pode furar o pneu do seu carro... ou te acusar de conspiração.
O curioso é que foi a partir dessa intriga com aluno que Frei Caneca abraçou a causa revolucionária, tendo posteriormente se tornado um dos líderes da Confederação do Equador (1824).
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